Gripe A H1N1 Morte Fetos

Morte Fetos Gripe A H1N1 Gripe A H1N1 Morte Fetos está a criar uma grande polémica em torno do meta Gripe H1N1 A e as grávidas. Como medida de precaução, alguns hospitais do país, restringiram o número de visitas a mulheres grávidas, ou mulheres cujo parto já tenha ocorrido e cujos recém nascidos estejam junto às suas mães. Esta medida serve para evitar possíveis contágios, uma vez que as grávidas e lactantes são conhecidos grupos de risco. Na maioria dos casos, é permitida a entrada de apenas uma pessoa.

Estas medidas de plano de contingência, foram tomadas de forma independente e autónoma por cada um dos hospitais aderentes. Ainda assim, e apesar de todos os cuidados no que diz respeito a medidas de precaução relativamente a contágios, três jovens mulheres não se livraram de sofrer graves consequências, por causa do vírus da Gripe A H1N1 e a morte de fetos. Após todas as três terem levado a vacina contra o virus H1N1 – gripe A na gravidez, duas delas perto do final da gestação, com 34 e 33 semanas respectivamente, e a mais recente com apenas 20 semanas de gestação.

Morte em Fetos com Gripe A H1N1: três exemplos recentes

Os três casos  chegaram aos diferentes hospitais queixando-se de fortes dores abdominais e com os fetos a revelarem diminuições nos movimentos fetais. O primeiro feto a morrer deu entrada no hospital de Portalegre, após a mãe ter levado a vacina Pandemrix. A mulher deu entrada no hospital já com o feto a falecer mais tarde devido a uma sequência nas alterações da circulação sanguínea. A outra jovem mãe deu entrada nos Hospitais da Cuf Descobertas, em Lisboa, e o seu feto morreu também. Este ultimo caso, passou-se em Leiria com uma jovem mãe de 27 anos. Após ter dado entrada no hospital e lhe ter sido feita uma ecografia à barriga, verificou-se que o feto revelava ausência de batimentos cardíacos, tendo sido dado como morto.

É sempre duro perder um filho, mesmo antes de ele vir ao mundo. Mais difícil é, no final de uma gravidez. No entanto os serviços de saúde continuam a aconselhar vivamente a vacinação de mulheres grávidas. Fica agora uma questão no ar? Terá a vacina contra a Virus Gripe A alguma coisa a ver com estas três mortes ocorridas num espaço tão curto de apenas quatro dias? Será apenas uma infeliz coincidência? Ficámos a saber que é normal ocorrerem por ano uma média de casos que varia entre os 280 e os 340 casos de fetos nado-mortos. Este tipo de morte súbita, ocorre muitas vezes após as 28 semanas de gravidez e sem nenhum tipo de explicação lógica ou clínica. Talvez esses números não tenham vindo ao de cima, até agora. Quererá culpar-se a vacina pela morte dos fetos de gripe A H1N1,  ocorridas nestes últimos dias? Ou será que a vacina não tem nada a ver? Só agora se revela a verdade: já nasciam antes da vacina Pandemrix muitos fetos mortos…aqui fica a questão para você ponderar e formular a sua própria opinião sobre a questão da Gripe A – H1N1 e a morte dos fetos.

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