Sintomas Gripe H1N1 costumam manifestar-se já depois de estar infectado, e provavelmente, ter infectado outros da sua familia. Assim, os diferentes sintomas provocados pelo virus H1N1 correspondem às áreas do trato respiratório onde o vírus se alojou e cujas células está a destruir. A tosse resulta de infecção no aparelho profundo (brônquios), o pingo no nariz significa que o vírus está na nasofaringe, a rouquidão que está na laringe, e a garganta inflamada corresponde à orofaringe. A reacção inflamatória é um mecanismo de protecção para limitar os danos e eliminar os vírus. Nós não sobreviveríamos se perdêssemos todo o trato respiratório. Ou seja, a tosse não é directamente provocada pelo vírus, mas sim um mecanismo de defesa do organismo para expulsar o vírus do trato respiratório, tal como se faria se se inalasse um bocado de pó.
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Sintomas Gripe H1N1
November 7th, 2009Como evitar Gripe A
November 5th, 2009
Como evitar Gripe A? Quais os cuidados a ter em conta para evitar apanhar o virus da gripe? Se for infectado/a o que fazer para prevenir o contagio a outros membros da familia, amigos, conhecidos ou colegas de trabalho? Se alguém da sua familia ficar infectado pelo vírus gripe H1N1, o que fazer para evitar o contágio da doença? Estas são algumas das respostas que deve saber no caso de se deparar com o vírus H1N1, saber o que fazer. A população já está alertada para o facto de 20 a 30% da população portuguesa vir a ser infectada, mas a grande maioria, não sabe quais os procedimentos no caso de se depararem com a infecção, seja no ambiente familiar seja no local de trabalho ou num dos locais que costuma frequentar. Esteja preparado para combater o virus gripe A – H1N1.
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DGS Gripe A
November 4th, 2009
DGS – Gripe A, as directrizes da Direcção Geral da Saude no que diz respeito ao virus da gripe H1N1. A frequência com que dois vírus infectam um mesmo hospedeiro é baixa, mas não é de todo um acontecimento raro. Só que na grande maioria dos casos a troca de genes produz um recombinante inviável. O que é notável no virus gripe A é a sua enorme capacidade para incorporar segmentos de outros vírus e prosperar. Imagine que na mesma oficina encontra um Ferrari novinho em folha e uma Renault 4L da década de setenta. Suponha que os dois carros representam duas estirpes diferentes do vírus e que a oficina é o hospedeiro. Se colocar o motor do Ferrari na 4L, o mais provável é que ela se despiste na primeira curva por não ter um chassis adequado. E se colocar os pneus da 4L no Ferrari o despiste também está iminente, pois não proporcionam a aderência à estrada necessária para a velocidade que o carro atinge. Ou seja, colocar uma parte de um dos carros no outro pode não resultar. O mesmo acontece com os segmentos do vírus.
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