Sintomas de Gripe A H1N1

Sintomas de Gripe ASintomas de Gripe A H1N1 em Portugal têm vindo a aumentar e muito se tem falado – em toda a media -  no estado de propagação da epidemia na Europa. Neste post falaremos dos principais sintomas da Gripe A H1N1 e quais os principais grupos de risco. É fundamental que os doentes com Gripe A que recuperam em casa estejam atentos a novos sintomas. Os sinais de alarme nos adultos são: dificuldades em respirar ou falta de ar, dor ou pressão no peito ou no abdómen, tonturas repentinas, sensação de estado de confusão, vómitos persistentes ou intensos, reaparecimentos da febre, e tosse mais agressiva após melhoria dos sintomas da gripe.

Nas crianças os sinais são os seguintes: respiração acelerada ou dificuldade em conseguir respirar, cor de pele acinzentada ou azulada, vómitos intensos ou persistentes, não acordar, não interagir, ingerir poucos líquidos, reaparecimento da febre e tosse mais agressiva após melhoria dos , irritabilidade que inclusivamente faz com que a criança não queira ser pegada ao colo. Portugal atingiu a marca dos 100 casos de Gripe A em meados do mês de Julho. Nessa mesma altura a Direcção Geral de Saúde (DGS) divulgou um relatório com o perfil dos infectados no nosso país. Os sintomas foram os esperados de acordo com o que se passava no resto do mundo: 90% das pessoas tiveram febre, 85% tiveram tosse, as dores musculares afligiram 56% e apenas 7% sentiram dores nas articulações.

Sintomas de Gripe A – H1N1:

O que fazer para a evitar. O modo de transmissão da GripeA é igual ao da gripe sazonal, ou seja, o vírus passa de pessoa para pessoa quando alguém infectado fala, tosse ou espirra. O contágio ocorre habitualmente quando dois indivíduos estiverem a menos de um metro de distância. No entanto, como o vírus sobrevive entre 2 a 8 horas fora do nosso corpo (sobrevive mais tempo em superfícies rugosas, pois estas secam mais devagar), o contagio faz-se também através do contacto com superfícies contaminadas pelas gotículas libertadas com os espirros, e por outras secreções do nariz ou da garganta de alguém que esteja infectado. A situação mais usual será a de tocar com a mão num objecto contaminado— brinquedos, material de escritório, superfícies de lugares públicos, maçanetas de portas, etc.— e depois levá-la à boca, nariz ou olhos. O vírus sobrevive nas notas, mas o contágio é pouco provável devido à porosidade do material com que são feitas. Segundo a Direcção Geral de Veterinária, este vírus H1N1 não se transmite a cães e gatos, mas poderá infectar aves (papagaios, periquitos, aves canoras) e porcos vietnamitas (ou porcos anões). Em Maio, no Canadá, um agricultor infectou os porcos da sua quinta depois de ter contraído a Gripe A numa visita feita ao México. O vírus não se transmite pela ingestão de carne de porco. O período de incubação, ou seja, o tempo que passa entre o momento do contágio e a manifestação dos sintomas gripe H1N1 A, varia entre um a sete dias. Por sua vez, uma pessoa infectada, pode contagiar outra, um dia antes de manifestar os primeiros Sintomas Gripe A, até sete dias depois. No entanto, a DGS adverte ainda que as crianças poderão estar contagiadas durante um maior período de tempo.

Quais os principais Grupos de Risco

Sintomas de Gripe AAinda não é possível traçar um retrato completo das pessoas mais susceptíveis de contrair a Gripe A, e daquelas em que o vírus terá efeitos mais nefastos. Contudo, os casos registados até agora fornecem pistas preciosas sobre os grupos de maior risco. Segundo o CDC, a maioria das pessoas que apresentam sintomatologia, contraem Gripe A situa-se na faixa etária entre os 5 e os 24 anos de idade. No extremo oposto, e ao contrário da gripe sazonal, são poucos os casos de contágio em pessoas com mais de 64 anos. Alias, em 16 de Julho, data em que a OMS anunciou que, devido à velocidade de propagação da doença, Seia impossível continuar a confirmar laboratorialmente os novos casos, o CDC não tinha notícias de qualquer morte entre a população mais idosa. Nessa altura os EUA registavam mais de 37 mil casos confirmados em laboratório, ainda que a estimativa do número real de infectados fosse substancialmente superior, e ainda cerca de 280 mortes declaradas. A protecção de que goza, aparentemente, a população idosa esta a despertar a atenção dos cientistas. As investigações do CDC sugerem que as crianças e a grande maioria dos adultos com menos de 60 anos não têm quaisquer anticorpos contar o vírus A/2009 H1N1. No entanto, é provável que cerca de 1/3 dos adultos com mais de 60 anos possua alguns anticorpos. Só que a presença destas moléculas poderá não chegar para combater o vírus. Como o CDC ressalva, “falta apurar o grau de imunidade, se é que há algum, conferido por estes anticorpos”. Ainda em Julho, em Portugal, o relatório da DGS com os 116 primeiros casos permitiu definir grupos com maior risco de infecção. À cabeça estavam os homens e mulheres entre os 20 e os 29 que representavam cerca de 31,9% dos casos. O grupo seguinte era a faixa etária entre os 10 e os 19 anos, com 19% de infecções. Em terceiro lugar os menores de 4 anos, com 12,9%. É ainda de salientar que apenas 3,4% dos casos ocorreram em indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos, e que, a grande maioria dos infectados, 91,4%, tinha menos de 50 anos. A tendência manteve-se numa análise posterior, referente aos 322 casos registados até 3 de Agosto, em que 60% das infecções ocorreram na faixa etária entre os 10 e os 29 anos. O número de casos em Portugal ainda não permite tirar grandes conclusões sobre os grupos de risco. Para tal é importante olhar para a situação vivida noutros países onde o virus gripe A esta mais disseminado. Terá de haver uma continuidadeno estudo da epidemia e uma atenção constante no individuo que apresentar o tradicional sintoma da gripe A H1N1.

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