Sintomas de Gripe A

Sintomas de Gripe ASintomas de Gripe A após infecção? Saiba o que fazer para evitar o seu reaparecimento. É fundamental que os doentes de Gripe A, que recuperam em casa, estejam atentos a novos sintomas. Os sinais de alarme nos adultos são: dificuldade em respirar ou falta de ar, dor ou pressão no peito ou abdómen, tontura repentina, sentir-se confuso, vómitos intensos ou persistentes, reaparecimento da febre, e tosse mais agressiva após melhoria dos sintomas gripais. Nas crianças os sinais são: respiração acelerada ou dificuldade em respirar, cor de pele acinzentada ou azulada, vómitos intensos ou persistentes, não acordar ou não interagir, ingerir poucos líquidos, reaparecimento da febre e tosse mais agressiva após melhoria dos sintomas gripais, irritabilidade que inclusive faz com que a criança não queira ser pegada ao colo.

Sintomas de Gripe A

O modo de transmissão do virus  Gripe A é igual ao da gripe sazonal, ou seja, o vírus da gripe H1N1 passa de pessoa para pessoa quando alguém infectado fala, tosse ou espirra. Nestas situações, o contágio ocorre habitualmente quando dois indivíduos estiverem a menos de um metro de distância. No entanto, como o vírus sobrevive 2 a 8 horas fora do corpo humano (sobrevive mais tempo em superfícies rugosas, pois estas secam mais devagar) o contágio faz-se também através do contacto com superfícies contaminadas pelas gotículas libertadas com os espirros, e por outras secreções do nariz ou da garganta de alguém que esteja infectado. A situação mais usual será a de tocar com a mão um objecto infectado e contaminado, como por exemplo, os brinquedos, material de escritório, superfícies de lugares públicos, maçanetas de portas, etc. e depois levar as mãos à boca, nariz ou olhos.

O vírus da gripe A H1N1 sobrevive nas notas, mas o contágio é pouco provável devido à porosidade do material com que são produzidas. E é assim que se alastra o virus pela população, provocando um novo surto de pandemia, caso não tomemos as devidas precauções e cuidados básicos de higiene pessoal. Como tem sido amplamente divulgado por serviços de todo o mundo, a pandemia da Gripe pode ter consequências graves com indivíduos com doenças crónicas prévias, tais como: asma, diabetes, doenças hepáticas, imunodeficiência, obesidade, doenças cardiovasculares, etc. Mas já morreram pessoas que, à partida, eram completamente saudáveis. As grávidas são também um grupo de risco e mereceram o nosso especial alerta.

O principal argumento é que a grande maioria dos infectados recupera sem recurso a internamento hospitalar ou assistência médica. Os sintomas provocados pela pandemia da gripe A – H1N1, confunde-se na maioria dos casos, com os da gripe sazonal: febre superior a 38º, tosse, nariz entupido, dor de garganta, dor de cabeça, arrepios, fadiga, dores corporais ou musculares. No entanto, e ao contrario do que acontece com o virus da gripe sazonal, a Gripe A pode provocar vómitos e diarreia. Os sintomas são a maneira de o organismo humano combater a infecção. Nos mamíferos, o vírus da gripe multiplica-se nas células do epitélio do trato respiratório, nas aves é no trato digestivo e provoca a morte dessas células, o que desencadeia uma inflamação respiratória, explica o medico Jaime Nina, coordenador do Departamento de Doenças Infecciosas do Instituto Ricardo Jorge.

Reacção Inflamatória

Assim, os diferentes sintomas provocados pelo virus H1N1 correspondem às áreas do trato respiratório onde o vírus se alojou e cujas células está a destruir. A tosse resulta de infecção no aparelho profundo (brônquios), o pingo no nariz significa que o vírus está na nasofaringe, a rouquidão que está na laringe, e a garganta inflamada corresponde à orofaringe. A reacção inflamatória é um mecanismo de protecção para limitar os danos e eliminar os vírus. Nós não sobreviveríamos se perdêssemos todo o trato respiratório. Ou seja, a tosse não é directamente provocada pelo vírus, mas sim um mecanismo de defesa do organismo para expulsar o vírus do trato respiratório, tal como se faria se se inalasse um bocado de pó.

Já a febre tem o objectivo de aumentar a eficácia das defesas, pois agentes como os glóbulos brancos são mais activos a temperaturas ligeiramente superiores ao normal. Nos indivíduos com sistemas imunitários debilitados, não há reacção inflamatória, por exemplo, tossem menos, precisamente por não terem defesas. Sem estas, o vírus pode ir além do aparelho respiratório e provocar um virémia: presença de vírus vivos, na corrente sanguínea.

Uma análise aos primeiros casos confirmados nos EUA e levada a cabo pelo CCD revelou que 94% dos pacientes tiveram febre, 92% tiveram tosse e 66% sentiram dores de garganta. Quanto aos novos sintomas, 25% tiveram diarreia e os outros 25% queixaram-se de vómitos. Os dados disponíveis sobre 399 pacientes indicaram uma taxa de internamento na ordem dos 9%. O estudo foi publicado a 6 de Maio na edição on-line da revista científica New England Journal Of Medicine. Em 8% por casos, o vírus pandemico origina complicações que requerem internamento e que ode mesmo levar à morte. Estima-se que a taxa de mortalidade varie entre 0,14 e 0,4%, ou seja, em cada 10 mil pessoas infectadas, morrerão entre 14 a 40 pessoas.

Apesar de ser um vírus com uma taxa de mortalidade baixa, vai infectar – segundo as estimativas – 20 a 30% da população mundial, por isso mais tarde ou mais cedo vai acontecer a algum dos elementos do seu circulo de amigos/familia, por isso o melhor é estar informado de quais os sintomas da gripe A, ou sintomas do virus da gripe A – H1N1.

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